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domingo, 31 de outubro de 2021

Velocidade de internet no Brasil está abaixo da média e expõe desigualdade

Índice da Ookla põe país na 76ª posição de ranking sobre redes móveis

Paula Soprana, Folha de São Paulo, 31/10/2021

A velocidade da internet móvel brasileira está abaixo da média global, de 63.15Mbps para download. Um índice recente mostra que o país ocupa o 76º lugar entre 138 nações. Embora a conexão avance ano a ano, a baixa performance é reflexo da desigualdade de acesso, segundo analistas.

A velocidade média deriva, principalmente, da distribuição de antenas por habitantes  - a alta demanda por dados tende a congestionar o tráfego.

O Brasil (com 33,92 Mbps) é o quarto da América Latina e Caribe, atrás de Suriname, Jamaica e Uruguai, segundo relatório trimestral da Speedest Global Index, da Ookla, empresa que faz medições de internet.

Os Emirados Árabes Unidos, com velocidade quase quatro vezes mais rápida que a média global, ficam em primeiro lugar, não apenas por investimento, mas porque as cidades mais povoadas estão concentradas em meio ao deserto. Dubai, com o maior número de habitantes, tem cerca de 3,4 milhões de pessoas.

Na internet fixa, o Brasil se sai melhor, com 113,09 Mbps, próximo à média global, de 113,25 Mbps. São Paulo tem um dos índices mais rápidos (25,08 Mbps) entre as capitais brasileiras, mas os contrastes na cidade e na região metropolitana evidenciam parte do problema enfrentado no país.

Enquanto o bairro Itaim Bibi, na zona oeste, tem quase 50 antenas para 10 mil habitantes, em locais mais pobres como Cidade Tiradentes, José Bonifácio e Jardim Helena, a proporção cai para uma antena a cada 10 mil pessoas, de acordo com o Mapa da Desigualdade, divulgado em setembro.

Antena de transmissão de sinal na região rural da cidade de Itu, Zanone Freissat/Folhapress

A média da cidade, que está entre as mais conectadas, é de 2.500 habitantes por antenas. Um número aceitável, segundo padrões da UIT (União Internacional de Telecomunicações), varia de 1.000 a 1.500 habitantes por antenas. Considerando as pessoas que trafegam pela cidade todos os dias, supera 3.500. No caso de Cidade Tiradentes, são quase 17 mil por antena.

Além da velocidade, outros aspectos influenciam a qualidade de acesso. O país tem 87% de usuários de internet, segundo o Cetic.br, mas muitos possuem conexão apenas às redes sociais incluídas como bônus em planos pré-pagos vendidos pelas operadoras. Para a UIT, é considerado usuário quem se conectou ao menos uma vez nos últimos três meses.

"Não podemos chamar isso de conectado. Quase 75% dos usuários móveis usam pré-pago, com aplicativos para acessar livremente, claro, pagando com seus dados pessoais. Se a pessoa acessar Facebook e WhatsApp já é considerada usuário, mas não está conectada de forma abrangente", diz Luca Belli, professor da FGV Direito Rio e coordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV.

Ele aponta, também, para o custo de conexão, que chega a 15% ou 20% do salário mínimo em muitos dos casos. Além de velocidade baixa nas regiões mais pobres, quem não possui capacidade de pagar um plano com acesso pleno à internet obtém o que Beli chama de "fake news subsidiada".

Para Flavia Lefèvre, advogada na área de telecomunicações, o desempenho do país em internet banda larga fixa é superior na comparação com internet móvel porque ele resultou de política pública. Muito do tráfego ainda está associado a contratos de concessão que estão no regime público, portanto atendem a metas de investimento. O setor móvel é exclusivamente atendido pelo setor privado, que prioriza investimento onde há retorno financeiro.

"É uma política pública de investimento em infraestrutura insuficiente, que não conseguiu estimular os investimentos necessários para atender a demanda de acesso, e isso ficou muito claro na pandemia", diz. Ela se refere aos acordos de operadoras com a Anatel para degradar um pouco o tráfego e permitir que todos tivessem acesso.

Na sua avaliação, os benefícios diretos da tecnologia 5G, cujo leilão está marcado para 4 de novembro, podem demorar em torno de oito anos para chegar à população mais pobre. "É preciso instalar muitas antenas e, também, implementar rede de fibra ótica, porque o 5G não funciona só com antena, é preciso fibra para ancorar o funcionamento das estações. As empresas vão fazer investimento em fibra nas periferias?"

O estudo da Ookla concluiu que a Claro tem, na média, a velocidade de internet móvel mais rápida, considerando o terceiro trimestre de 2021. Em segundo lugar vêm Vivo, Tim e Oi.

Já os smartphones considerados mais velozes foram o iPhone 12 5G, com o maior desempenho para fazer downloads. A Apple ocupou as três primeiras posições. Em quarto lugar, está o Galaxy Note20 Ultra 5G, com uma velocidade média de 37,73 Mbps.



Decreto reduz poderes de prefeitos na instalação de antenas de celular para acelerar ampliação de redes

Daniel Carvalho e Julio Wiziack, 01/09/2021

Com planos de realizar o leilão do 5G no próximo ano, maior certame da história, o presidente Jair Bolsonaro editou um decreto nesta terça-feira (1), que reduz poderes das prefeituras que hoje dificultam a instalação de antenas de celular no país. Para as teles, este é um dos maiores entraves para o avanço da cobertura de telefonia no país e uma das principais barreiras para a chegada da telefonia de quinta geração.

"Ano que vem teremos o leilão de 5G e, se não fosse o decreto das antenas, isso não seria possível", disse o ministro das Comunicações, Fabio Faria (PSD-RN) durante cerimônia ocorrida no Palácio do Planalto que contou com a presença dos presidentes dos três Poderes.

De acordo com as novas regras, a partir de agora, as operadoras só precisarão informar à Anatel onde pretendem instalar sua infraestrutura (cabos, centrais e antenas), entrar com pedido nas prefeituras,  que não poderão mais cobrar pelo cabeamento em postes ou instalação de fibras sob vias públicas.
O licenciamento ambiental, que antes fazia o processo levar mais de dois anos, também sofreu mudanças. O decreto estabelece que, vencido o prazo de dois meses pela secretaria municipal, a licença de instalação estará automaticamente aprovada, o que no jargão jurídico se conhece como “silêncio positivo”.

Em contrapartida, essa infraestrutura instalada já sob os efeitos das novas regras terá, obrigatoriamente, de ser compartilhada entre as teles mediante remuneração para quem for o detentor da rede. O compartilhamento, no entanto, só valerá para serviços públicos. Ou seja: para a prestação da telefonia fixa, que está em desuso.

Para os demais serviços, como internet e telefonia celular, o compartilhamento segue a diretriz atual da Anatel, que permite cobrança pelo acesso às redes em locais onde uma concorrente precisa prestar o serviço mas não quer investir na construção de sua própria rede. Essa medida resolve um dos imbróglios para a chegada do 5G. A nova tecnologia permite velocidades de navegação até cem vezes maior que a do 4G. Para isso, no entanto, as empresas precisarão instalar dez vezes mais antenas do que têm hoje em serviço.

Sem o decreto, havia dúvidas no setor se seria viável implantar a nova tecnologia, que permitirá aplicações como cirurgias à distância, carros autônomos, máquinas autossuficientes. O 5G abre a perspectiva do que o governo chama de “indústria 4.0”, que prevê, por exemplo a automação completa das linhas produtivas.

Apesar da pressa devido ao leilão do 5G, as empresas de telefonia aguardam esse decreto desde 2015, quando o Congresso aprovou a Lei Geral das Antenas (LGT).

A LGT estabelece normas gerais para implantação e compartilhamento da infraestrutura de telecomunicações --algo previsto para servir de base à prestação de serviços públicos. Isso ocorrerá sempre que uma prestadora, sem rede instalada em determinada localidade, quiser alugar parte das estruturas físicas de sua concorrente naquele local, como postes, torres e dutos.

Segundo a Secretaria da Presidência da República, neste caso, o decreto buscou "regulamentar a implantação conjunta de redes de telecomunicações em obras de infraestrutura de interesse público e ordenar o relacionamento entre as prestadoras de serviços de telecomunicações e as gestoras das obras”.
Os detalhes dessa rede precisarão ser informadas à Anatel, que ficará incumbida de organizar o compartilhamento das redes.

O presidente do Sintelebrasil, associação que representa as operadoras de telefonia, Marcos Ferrari, disse que a dispensa de licenciamento para antenas de pequeno porte, como as mini-ERBs de 4G e 5G, o reforço da gratuidade do direito de passagem de infraestrutura de telecomunicações em bens de uso comum do povo, e o silêncio positivo foram um avanço para o setor.

"Caso nossas expectativas se confirmem, será um grande passo para se promover a conectividade, tão essencial para a população brasileira", disse Ferrari.
 
 
 
Estudo de entidade ligada às operadoras considera legislação para a instalação de antenas; leilão está previsto para amanhã
 
Anne Warth, O Estado de S.Paulo, 03 de novembro de 2021

Às vésperas do leilão do 5G, marcado para quinta-feira, 4, apenas sete das 27 capitais brasileiras estão totalmente preparadas para a nova tecnologia de comunicações, de acordo com o Conexis Brasil Digital, entidade que reúne as principais operadoras que atuam no País. A licitação prevê que as empresas comecem a oferecer o 5G até 31 de julho de 2022, mas o cumprimento desse compromisso e a qualidade do serviço dependem, também, dos próprios municípios, explicam as teles.

A avaliação do Conexis usa como referência a lei municipal de antenas de cada capital e o grau de aderência aos dispositivos da legislação federal sobre o tema – a Lei Geral de Antenas (LGA), de 2015. Esse texto traz uma série de regras que facilitam a instalação de antenas, que hoje possuem o tamanho de caixas de sapato. Outro critério usado pela entidade é o processo de liberação de antenas em cada municípios e o tempo de análise e liberação após o pedido das companhias.

A necessidade de antenas para o 5G é bem maior do que para frequências como o 2G, 3G e 4G, e, embora a competência sobre a instalação de antenas seja da União, muitos municípios avançam sobre o tema ao impor restrições a esse tipo de equipamento por meio de leis sobre uso e ocupação do solo. O resultado disso é a queda na qualidade dos serviços e sinais intermitentes, já que as antenas são cruciais para uma internet de qualidade e estável.

“Quanto mais adaptada a lei municipal à LGA e quanto mais célere o processo de avaliação dos pedidos de licença, mais rápido o 5G estará disponível para o município e para o consumidor”, afirmou o presidente do Conexis, Marcos Ferrari.

Lista

Por esses indicadores, as capitais mais preparadas para o 5G são Boa Vista, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Palmas, Porto Alegre e Porto Velho. De acordo com Ferrari, a capital gaúcha se tornou referência para o 5G. “Além de ter uma legislação aderente à LGA, o processo de emissão de licenças para antenas é totalmente informatizado, sem intervenção humana, e é liberado uma hora após o pedido”, disse. Antes dessas mudanças, cada pedido levava até dois anos para ser processado.
Nessas cidades, a lei não impõe condicionamentos que afetem a topologia das redes e a qualidade ou impõe vedações para a prestação do serviço de telecomunicações. Esses municípios tampouco estabelecem limites de exposição humana à radiação não ionizante – uma competência da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) – ou licenciamento para miniantenas, nem cobram taxas por direito de passagem.

Quatro capitais estão em fase de adaptação para a nova legislação. São elas: Belo Horizonte, Florianópolis, Rio de Janeiro e São Paulo. Segundo Ferrari, esses municípios estão em diálogo com as operadoras e pretendem fazer mudanças em suas leis para que elas se tornem aderentes à legislação federal
 

quarta-feira, 30 de março de 2022

5G mais rápido, mas gasta mais

Em testes, 5G é mais rápido, porém celular consome mais bateria que 4G 

Aurélio Araújo, Colaboração para Tilt, em São Paulo, 27/03/2022

O 5G, última novidade em tecnologia de internet móvel, pode ser até 20 vezes mais rápido que o 4G, https://www.uol.com.br/tilt/faq/o-que-e-5g-tire-suas-duvidas-sobre-a-quinta-geracao-da-telefonia.htm mas essa velocidade toda não vem de graça: ele também consome bem mais bateria. A repórter Nicole Nguyen, do jornal americano "The Wall Street Journal", conduziu alguns testes utilizando iPhones para mostrar as diferenças de gasto de energia.

Se, no Brasil, as frequências de rádio para o serviço de 5G foram leiloadas no ano passado e só devem chegar ao público em geral daqui a alguns meses (e ainda assim, em locais muito restritos), nos Estados Unidos, já é possível usar essa tecnologia. Mas, segundo Nguyen, mesmo lá ela ainda não está disponível em todo lugar.

Antes de tudo, é preciso lembrar que, para navegar no 5G, é preciso ter um smartphone ou tablet que ofereça o suporte para a tecnologia. Já há vários desses modelos no Brasil, e eles são predominantes entre os novos lançamentos. 

iPhone 13 Pro Imagem: Divulgação

O 5G é mesmo muito rápido

A repórter afirma que, ao andar pela cidade de San Francisco, na Califórnia, ela encontrou diferentes velocidades de 5G para download, que variam entre 160 e 361 Mbps (sigla para "megabits por segundo", unidade de medida de velocidade de internet). As velocidades estão muito acima do que Nguyen encontrou quando fez downloads em 4G, quando elas ficaram em torno de 55 a 144 Mbps. A rapidez é ainda mais impressionante quando se considera que a velocidade média da internet de todos os EUA foi de 99,3 Mbps ao longo de 2021.

Um detalhe: a variação na velocidade atestada pela jornalista se dá porque, ao andar, passamos por prédios altos, árvores e outros obstáculos que interferem no oferecimento do sinal. Todos nós já sentimos isso ao tentar usar o 4G, por exemplo, numa garagem subterrânea, onde o sinal chega de forma muito menos intensa. 

Mas a bateria sofre

A repórter então fez uma comparação entre o 5G e o 4G usando dispositivos diferentes, cada um configurado para utilizar uma dessas tecnologias de internet móvel. Para isso, colocou ambos para reproduzirem um vídeo longo no YouTube, de imagens relaxantes do oceano, com a qualidade de vídeo configurada em "Auto" no player. Esse é um detalhe importante: ao configurar a qualidade de vídeo para "Auto", o player do YouTube busca alguns fatores (como tipo de conexão e tamanho de tela) para encontrar a qualidade ideal de transmissão de vídeo ininterrupta, ou seja, sem ter que parar para carregar.

Os aparelhos escolhidos por Nguyen foram todos da Apple: no novo iPhone SE (2022) e no iPhone 13 Pro, ela fez o teste utilizando 4G e 5G oferecidos pela operadora T-Mobile. Já no iPhone 13 Mini e no novo iPad Air, ela fez o teste usando 4G e 5G de outra operadora, a Verizon. Assim, o iPhone SE durou uma hora a mais no 4G do que no 5G, enquanto o iPad Air e o iPhone 13 Mini duraram uma hora e meia a mais no 4G.

Mas fica uma ressalva: esse tipo de teste, como a própria Nguyen admite, não diz tanto sobre o tempo de duração da bateria, já que ninguém fica por horas com a tela ligada assistindo um único vídeo. Ele ajuda a evidenciar, porém, como o desempenho da bateria é mais exigida pelo 5G do que pelo 4G. 

O que fazer?

É claro que, para nós brasileiros, a preocupação com consumo de bateria no 5G ainda é uma questão de luxo — por aqui há apenas conexões 5G DSS, considerado um "5G de transição". Mas existe uma maneira de fazer com que seu telefone use menos bateria, alterando suas configurações. No menu sobre uso de dados móveis do smartphone, é possível colocá-lo para alternar entre 4G e 5G, dependendo da tarefa a ser executada. Nos aparelhos da Apple, por exemplo, isso é conhecido como "Smart Data Mode" (modo de dados inteligente). Assim, para baixar um filme, ou seja, uma tarefa pesada, o smartphone usará o 5G.

Mas, para tarefas mais leves do dia a dia, como o envio de uma mensagem ou a checagem de um e-mail, o smartphone automaticamente busca usar o sinal 4G, que resolve o problema sem muito gasto de energia. Agora, é claro, existe uma opção muito mais simples: desligar o 5G por conta própria e só ativá-lo quando for necessário. Seja como for, por enquanto, essa ainda não é uma preocupação em nosso país.


5G vem aí: entenda por que o leilão do Brasil foi o maior do mundo

De Tilt, em São Paulo* 07/11/2021

O leilão para a exploração e oferta do 5G no Brasil terminou na sexta-feira (5) definindo quais empresas poderão levar a internet móvel de última geração aos brasileiros a partir de 2022. Ao todo, o certame rendeu R$ 46,790 bilhões. Trata-se do maior leilão de faixas de frequência da história do país —para se ter uma ideia, a venda das faixas do 3G rendeu R$ 7 bilhões; do 4G movimentou R$ 12 bi; e a privatização da Telebras, R$ 22 bi. Para analistas, incluindo a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento) foi também o maior leilão de 5G do mundo.

O motivo para esse sucesso tem a ver com a quantidade de faixas de radiofrequência e o tamanho de cada uma. Foram vendidas quatro bandas: 700 MHz; 2,3 GHz; 26 GHz e 3,5 GHz —esta última, que é a mais usada pelo 5G no mundo, teve mais de 400 Mhz de largura de espectro em oferta. 

O bolo do 5G

Calma que a gente explica. Pense no 5G como um bolo, em que cada uma dessas faixas de frequência é representada por uma camada de recheio. A Claro, por exemplo, abocanhou uma fatia com três camadas: a de 3,5 GHz; a de 2,3 GHz; e a de 26 GHz. Já a novata Brisanet pegou uma fatia só com 3,5 GHz e 2,3 GHz. Embora as duas tenham levado para casa um pedaço da camada de 3,5 GHz, o tamanho da fatia foi menor para cada uma. A Claro levou uma fatia larga, de 100 Mhz, enquanto a Brisanet ficou só com um corte de 80 Mhz, destinado especificamente ao Nordeste e ao Centro-Oeste do Brasil.

O que importa, porém, é o tamanho do bolo, que permitiu não só que empresas mais tradicionais como Claro, Vivo e Tim participassem, mas deu espaço também para a entrada de novas operadoras que até agora não forneciam internet móvel para tantas regiões do país. 

Ao todo, o "bolo" do 5G tinha 3,7 GHz em diâmetro de capacidade espectral: 400 MHz nos 3,5 GHz; 20 MHz nos 700 MHz; 90 MHz nos 2,3 GHz; 3,26 GHz nos 26 GHz. 

"Nunca vi tanto espectro sendo leiloado assim de uma única vez", comentou Francisco Soares, então vice-presidente de relações governamentais da Qualcomm, maior fabricante de processadores para celulares do mundo, em entrevista concedida a Tilt em 2020.

"Se você somar as frequências que as operadoras têm em uso com 2G, 3G e 4G dá uns 600 MHz. O leilão trará mais de seis vezes o que a gente tem em operação hoje", acrescentou Tiago Machado, então diretor de relações institucionais da Ericsson, que fabrica equipamentos de telecomunicação, na mesma ocasião.

Serão ofertadas 4 faixas de frequência:

Quatro leilões em um Vale lembrar que o leilão do 5G não foi só do 5G. Segundo Leonardo Euler Morais, que terminou seu mandato como presidente da Anatel no primeiro dia do leilão, foram "quatro leilões em um", considerando o número de faixas disponíveis. Além disso, partes das frequências que foram vendidas serão usadas, a princípio, para o 4G e são uma espécie de "sobra" de outra licitação. É o caso da faixa de 700 MHz. Em 2014, Tim, Claro e Vivo arremataram porções do espectro que já estão sendo usadas para oferecer 4G com maior alcance —o modelo inicial adotado no país era o que operava na faixa dos 2,5 GHz. Dessa vez, quem levou os 700 MHz foi a startup Winity, de São. 

Para o 5G comercial serão usadas as faixas do 3,5 GHz e do 26 GHz. Esta última é chamada de faixa milimétrica e oferece alta capacidade de transmissão, o que inclui também maior velocidade. Vivo e Claro, que arremataram a parcela nacional do 26 GHz, em contrapartida terão que levar internet de qualidade para escolas públicas. Mas muitos lotes dessa faixa não chegaram a ser vendidos para ninguém. Segundo Abraão Balbino, presidente da Comissão de Licitação do Leilão das frequências do 5G, isso aconteceu porque a faixa se refere a uma iniciativa exploratória. Com isso, existem incertezas por parte das empresas de como a tecnologia poderá ser implementada.

"A gente disponibilizou muito espectro para ver até onde ia. Obviamente há incertezas e eu entendo que isso faz com que haja um desejo um pouco menor nessa faixa do que em outras. Mas isso é esperado. Todo leilão tem sobras de espectro", explicou durante entrevista coletiva após o leilão, na sexta. 

*Com reportagens de Helton Simões Gomes, Abinoan Santiago e Letícia Naísa.

Em tempo:

O nó górdio do século 

Velocidade de internet no Brasil está abaixo da média e expõe desigualdade 

5G, o edital no Brasil 


terça-feira, 2 de novembro de 2021

Sumário do blog 02 11 2021

Abril 2021

O debate em educação 

Não queremos ser da família 

Foi mal, psicanálise 

Sexo tem idade? 

Maio 2021

As Pipas 

Relatos da pandemia 

Filmes e vídeos - dossiê - Marxismo 21 

A saga do milho 

IA tem controle? 

Indiferentes, Antonio Gramsci 

Povos tradicionais e biodiversidade no Brasil 

E cadeia eu exijo 

O trabalho docente na pandemia do coronavirus, Gaudêncio Frigotto 

O PT quer Bolsonaro 

O espelho de Carlos Marighella 

Gramsci e a escola unitária 

Eva (Eva Wilma) 

Filmes parte 15 

Fusão de empresas gigantes 

3ª onda de Covid no Brasil 

Inês Etienne 

Ontologia da imagem fotográfica, André Bazin 

A estética fascista 

Junho 2021

Uma flor nasceu na rua! Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio 

Tulsa há 100 anos 

Malês 

REVOLUÇÃO HAITIANA 

Ensino básico público ainda vive 

A ineficácia da reprovação 

Também sou da linha de frente 

Feliz abandono: diálogos na pandemia 

Cinema e a arte engajada 

Queimada, o filme 

Tradução 

Maria Orlanda Pinassi 

Morte, a vitória do tempo 

A igreja positivista, João do Rio 

500 mil 

The Handmaid’s Tale” e Elisabeth Moss 

The Underground Railroad 

Bolsonaro mata 

Saviani e as ideias pedagógica (3) 

Racismo perene 

Fascismo à brasileira 

Filmes parte 16 

Julho 2021

Tchekhov 

O padre que morde 

A cegueira do império 

Reuni digital 

Guaraná Jesus 

O lado podre das Olimpíadas 

Olimpíada enxerecada 

Ferrogrão 

Ensino remoto x ensino presencial 

Se ganhasse medalha hoje, não levaria a bandeira do Brasil no corpo (Adriana Araujo) 

Agosto 2021

Feliz abandono 

Einstein e os painéis solares 

À procura de uma dignidade, Clarice Lispector 

Cartola 

José Ramos Tinhorão (1928 - 2021) 

Jogo do Poder por Yanis Varoufakis 

Ferrogrão 2 

O engenheiro e o técnico de informática 

Luiz Gama 

PARAÍSO GEOMAGNÉTICO 

O passado do presente 

Filmes parte 17 

O Sete de Setembro de Bolsonaro 

Quem fica rico com o futebol? 

Cine inventário deste blog 

Mário Prata e o drible da vaca 

Setembro 2021

Deus prefere os ateus 

O Agronegócio e a Dívida Pública 

As 20 postagens mais visualizadas 

Sérgio Mamberti (1939 - 2021) 

Ed Asner 

EU, Ismael Nery 

Marco temporal para terras indígenas 

Cinema e guerrilha 

Divina obra prima 

Cartas ridículas 

Reforma no ensino médio 

Rita Segato 

The White Lotus: a melhor série da temporada 

Bolsonaro, quem banca é você 

Transo 

Ladislau Dowbor 

Carlos Zéfiro 

Ensino Superior no Estado do Espírito Santo 

Universidades Estaduais no Brasil 

Universidade Estadual do Espírito Santo 

Bolsonarismo 

No fucking way 

Reforma Administrativa - PEC 32 

Marechal Cândido Rondon 

Mad Max: Estrada da Fúria, carros 

Mad Max - Estrada da Fúria 

Charles Mingus, a música depois da morte 

O que determina a qualidade da educação é a pedagogia, não a tecnologia 

Óbito também é alta 

Carlos Lamarca 

PEC 32 por Roberto Leher 

Outubro 2021

Rabelais 

Sem Facebook e tudo bem 

ANEDOTA PECUNIÁRIA de Machado de Assis 

Avô 

Toussaint Louverture e a revolução haitiana 

Abobrinhas 

Filmes parte 18 

A pandemia: vacinação em 13 10 21, como está a Covid e a tragédia 

Transfobia e misoginia no esporte 

Sônia Braga 

Tesão na alma e a bela velhice 

Relatório da CPI da Pandemia 

Gloria Steinem 

CPI da pandemia: o choro de Giovanna e a emoção do intérprete de libras 

Angelim-vermelho: 85,44 metros, 500 anos, um monumento vegetal 

O atraso nacional e a ascensão do sistema jagunço 

Karim Aïnouz 

O (não) lugar do aposentado na instituição: memórias de docentes 

Valter Hugo Mãe: o pensamento indígena é um poema pronto 

Velocidade de internet no Brasil está abaixo da média e expõe desigualdade 


Em tempo:

Sumário Blog anterior a 26 04 2021, aqui





segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

Este BLOG passados 10 anos

Em 31 de dezembro de 2021 este BLOG completou 10,5 anos de existência (20/05/2011 a 31/12/2021). Foram 482 publicações, 2.797 páginas e 992.406 palavras. Cobriu publicações próprias e publicações compartilhadas sobre temas como história, política, cinema, sociologia, economia, educação, meio ambiente etc. As publicações mais visualizadas estão em As 20 postagens mais visualizadas 

SUMÁRIO GERAL

2021 parte 1 (11/10/2021 a 31/12/2021)

Machado de Assis nas redes

Sabine Weiss

UMAS FÉRIAS, Machado de Assis 

A terra o sol e nóis

Michel Rabagliati: 'Paul em casa' 

Escola sem sala de aula

Como surgiram as universidades

Crise na Capes 

Ataque de Cães e First Cow 

Curió, Heleno e Bolsonaro

Mais um crime, com apoio oficial, contra a Amazônia e seus povos originários

SOS Yanomamis

Por que o futebol é maior do que a vida

Tratoraço

Walderez de Barros

Deus no futebol

Garimpo no rio Madeira 

O Ovo e a Galinha, Clarice Lispector

Nava

O risco de abandonar os estudos depois da pandemia

Vida de gado

4ª onda de covid-19

ENEM censurado

Tólstoi – Dostoievski

Rolando Boldrin

Bolsonaro e os traficantes

Filmes parte 19

Energia solar residencial

Orson Welles, Soberba e a cópia perdida

Fome e oportunismo eleitoral 

Pobre Finoca!, Machado de Assis

O Rio visto do mar

Revolta da Chibata 

Duna 

Palácio Capanema 

Led Zeppelin 

L‘état, c’est moi 

O produtor de água 

Sangue na floresta 

O futebol e a saudade daqueles que já partiram

Velocidade de internet no Brasil está abaixo da média e expõe desigualdade 

Valter Hugo Mãe: o pensamento indígena é um poema pronto 

Karim Aïnouz

O atraso nacional e a ascensão do sistema jagunço

Angelim-vermelho: 85,44 metros, 500 anos, um monumento vegetal

CPI da pandemia: o choro de Giovanna e a emoção do intérprete de libras

Gloria Steinem

Relatório da CPI da Pandemia

Tesão na alma e a bela velhice

Sônia Braga 

Transfobia e misoginia no esporte

A pandemia: vacinação em 13 10 21, como está a Covid e a tragédia

Filmes parte 18

2021 parte 2 (03/08/2021 a 10/10/2021)

Abobrinhas

Toussaint Louverture e a revolução haitiana 

Avô 

ANEDOTA PECUNIÁRIA de Machado de Assis 

Sem Facebook e tudo bem 

Rabelais 

PEC 32 por Roberto Leher 

Carlos Lamarca 

Óbito também é alta 

O que determina a qualidade da educação é a pedagogia, não a tecnologia 

Charles Mingus, a música depois da morte

Mad Max - Estrada da Fúria

Mad Max: Estrada da Fúria, carros

Marechal Cândido Rondon

Reforma Administrativa - PEC 32 

No fucking way 

Bolsonarismo

Universidade Estadual do Espírito Santo

Universidades Estaduais no Brasil 

Ensino Superior no Estado do Espírito Santo 

Carlos Zéfiro

Ladislau Dowbor

Transo 

Bolsonaro, quem banca é você 

The White Lotus: a melhor série da temporada 

Rita Segato 

Reforma no ensino médio 

Cartas ridículas 

Divina obra prima 

Cinema e guerrilha 

Marco temporal para terras indígenas 

EU 

Ed Asner

Sérgio Mamberti (1939 - 2021) 

As 20 postagens mais visualizadas

O Agronegócio e a Dívida Pública 

Deus prefere os ateus 

Mário Prata e o drible da vaca 

Cine inventário deste blog 

Quem fica rico com o futebol? 

O Sete de Setembro de Bolsonaro 

Filmes parte 17 

O passado do presente 

PARAÍSO GEOMAGNÉTICO 

Luiz Gama 

O engenheiro e o técnico de informática 

Ferrogrão 2 

Jogo do Poder por Yanis Varoufakis 

José Ramos Tinhorão (1928 - 2021)

Cartola 

À procura de uma dignidade, Clarice Lispector

Einstein e os painéis solares 

Feliz abandono

2021 parte 3 (18/05/2021 a 31/07/2021)

Se ganhasse medalha hoje, não levaria a bandeira do Brasil no corpo (Adriana Araújo) 

Ensino remoto x ensino presencial

Ferrogrão

Olimpíada enxerecada 

O lado podre das Olimpíadas 

Guaraná Jesus 

Reuni digital 

A cegueira do império

O padre que morde 

Tchekhov 

Filmes parte 16 

Fascismo à brasileira 

Racismo perene 

Saviani e as ideias pedagógica (3) 

Bolsonaro mata 

The Underground Railroad 

The Handmaid’s Tale” e Elisabeth Moss 

500 mil 

A igreja positivista 

Morte, a vitória do tempo 

Maria Orlanda Pinassi 

Tradução 

Queimada, o filme 

Cinema e a arte engajada 

Feliz abandono: diálogos na pandemia 

Também sou da linha de frente 

A ineficácia da reprovação

Ensino básico público ainda vive 

REVOLUÇÃO HAITIANA 

Malês 

Tulsa há 100 anos 

Uma flor nasceu na rua! Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio 

A estética fascista 

Ontologia da imagem fotográfica 

Inês Etienne 

3ª onda de Covid no Brasil 

Fusão de empresas gigantes 

Filmes parte 15 

Eva 

Gramsci e a escola unitária

O espelho de Carlos Marighella 

2021 parte 4 (09/01/2021 a 15/05/2021)

O PT quer Bolsonaro

O trabalho docente na pandemia do coronavírus 

E cadeia eu exijo 

Povos tradicionais e biodiversidade no Brasil 

Indiferentes, Antônio Gramsci 

IA tem controle? 

A saga do milho - 22

Filmes e vídeos - dossiê - Marxismo 21 

Relatos da pandemia 

As Pipas 

Sexo tem idade? 

Foi mal, psicanálise, Tati Bernardi

Não queremos ser da família 

O debate em educação 

Classe C na miséria 

Dermeval Saviani dossiê 

Templos do saber 

Saviani e as ideias pedagógicas no Brasil (2)

Homeschooling 

Margo Glantz 

Weathermen 

Elizabeth Teixeira 

Marçal Aquino 

Os dez mandamentos do desmando 

A Comuna de Paris 

Colapso 

Comuna de Paris completa 150 anos 

Arrabalde VI 

Maurizio Lazzarato 

Filmes parte 14 

Tonico 

5G, o edital no Brasil 

Gerda Taro 

Saviani e as ideias pedagógicas no Brasil (1) 

A cartomante, Lima Barreto 

The naked Dawn, Edgar Ulmer 

A vodka, a igreja e o cinema, Leon Trotsky 

Bolsonaro 

Euler (1707 - 1783) 

Alfredo Saad Filho 

O moleque, Lima Barreto 

O Homem que sabia javanês 

Uê e os labirintos do tráfico no Rio 

Mulher traída e a virada 

Histórias de quem escolheu a mata 

Julia Barreto 

Vozes da Covid-19 

Recursos para a Educação no Brasil 

Filmes parte 13 

Judas and the Black Messiah 

Seymour Hersh 

O discurso de classe e o discurso étnico 

Brasil bordel 

Paragominas, a revolta 

Adriano 

Joan Didion 

Darwin é implacável 

Surrealismo 

Palmito guarani 

Babenco 

Orwell e a direita 

Filmes parte 12 

Propagação intencional do coronavírus 

O Brasil de Bolsonaro é campeão da Libertadores 

O algoritmo e o racismo 

Doria estadista? 

50 filmes 

Carta branca para a morte 

Indígenas e o agronegócio 

Tetinha, Tati Bernardi 

Genocídio ainda 

O que aconteceu no Capitólio 

Perdoando Deus, Clarice Lispector 

Amazonia ocupada 

2020 parte 1 (28/10/2020 a 15/12/20)

ARRABALDE PARTE 1 - A FLORESTA DIFÍCIL 

Como pode uma empresa controlar a vida e a morte? 

ARRABALDE II - Sete bois na linha 

Gertrud, a liberdade e a solidão 

Felicidade clandestina 

O casarão da 4 

Direita venceu a esquerda nas eleições, mas Bolsonaro foi derrotado 

ELEANOR MARX: QUESTÃO FEMININA E LUTA DE CLASSES 

Negro drama 

Carlos na pandemia 

Engels 

PAI CONTRA MÃE, Machado de Assis

O inferno das mulheres 

Privatização da telefonia 

A desigualdade no Brasil 

Filmes parte 10 

2020 parte 2 (03/07/2020 a 27/10/2020)

EaD e a qualidade no Ensino Superior 

Antonieta 

Mulheres indígenas candidatas 

Diários do pantanal 

Erasmo 

Filmes parte 9  35

ADUFES SSIND, memórias 

ADUFES SSSIND Assembleias 

Doris Monteiro 

Tempos da peste 

Greves na Universidades Federais 

Aborto legal e a barbárie 

O que Deus pensa do aborto? 

Novaes 

Filmes parte 8 

Lugar de fala 

Pedro 

73 vacas 

Hiroshima 75 anos 

App da inclusão 

Educação vigiada 

Marguerite Duras 

Florestan 

Mumbuca 

Filmes parte 7 

O desprezo 

Tudo acaba em barro 

INTOLERÂNCIA 

2020 parte 3 (10/01/2020 a 29/06/2020)

Covid nas aldeias brasileiras 

Filmes a levar na mala 

Hollywood na ilha 

O debate selvagem: ensino presencial ou EaD 

O ensino remoto, a pandemia, a alienação e o produtivismo

O que é alienação em Marx? 

Filmes - Parte 6 

A economia pré e pós pandemia e seus reflexos no mundo do trabalho 

Poema para meu irmão branco 

AULA AO PÉ DO OUVIDO 

UFES (1954 – 2020), perdas e ganhos

Tempos da peste, o pesadelo 

Um vírus entre duas crises 

O neoliberalismo e a pandemia 

A pandemia e o desmonte neoliberal no país 

De frente para a tragédia na escola pública

Filmes parte 5 

O ensino a distância na Educação Básica e a Invasão dos bárbaros 

Fordismo científico 

Uma república profanada 

Educação Básica no Brasil 2019 

Educação Superior no Brasil 2018 

A falsa cordialidade dos brasileiros 

'Desta terra nada vai sobrar a não ser o vento que sopra sobre ela' 

Filmes parte 4 

SÓ!, Machado de Assis

Quem fará a ruptura no Brasil? 

Tatiana Leskova 

Austeridade é a maior aliada do coronavírus no Brasil 

MISSA DO GALO, Machado de Assis

Filmes - parte 3 

Paraisópolis: a política do extermínio 

Monogamia 

A igreja branca 

2019 (01/01/2019 a 28/12/2019)

GRETA 

Universidade e negócios 

Dívida pública e a corrupção 

Eliane Brum 

Ofensiva final contra os povos indígenas 

Coringa 

Bacurau e o Brasil brutal 

Por que cortar gastos não é a solução para o Brasil 

O Narciso de Caravaggio 

Tupi 

ANGUSTIA de Graciliano 

Elzita 

Altamira e Belo Monte 

Filmes - parte 2 

Ítala Nandi 

Serra Pelada e o desastre ambiental 

Moro, o justiceiro vingador e o PT 

Canudos 

Um Brasil Mad Max 

Caravaggio Imortal 

Abraço da serpente   

LULA 

Paulo Freire 

Filmes 

Ana Paula e a vida na senzala 

Roma - o filme 

O país sem alvará para funcionar 

Brumadinho: crime anunciado 

Sob velha direção 

2018 (22/01/2018 a 28/12/2018)

SALTEADORES DA TESSÁLIA, Machado de Assis

Sexo sem culpa 

Yawanawás

O espelho, Machado de Assis 

Mônica 

Emilia Galindo 

Virginie Despentes 

Um casamento feliz 

Sistema Internacional de Unidades: atualização 

Escola sem partido 

A guerrilha do recalque 

Vidas Secas 

Tratar um câncer transforma a vida, nem sempre para pior 

Violência no Brasil 

Porque escrevo (Ensaios de risco), Tati Bernardi

Catástrofe a vista 

A dor da existência 

Nossas dores 

Cão sem plumas 

Três pinos 

Deus salve o casamento 

Sexo forte 

Daniela Vega 

Lou Salomé 

Minha libido foi comprar cigarro, Tati Bernardi

Queimada 

John Huston: "Ele se esqueceu da humanidade" 

Lula, o humano 

2001: uma odisseia no espaço 

Juliette 

Mabel 

Marielle 

Epifania 

Oscar 2018 e o cinema 

Carta para F. 

Para sempre fiel 

Bondade cruel -  Tuiuti 

Só  

C'est la vie - 185 

2017 (02/01/2017 a 07/12/2017)

Loving Vicent - como pintar um filme 

Como nossos pais - o filme 

The Handmaid's Tale 

Socialismo ou barbárie 

A igreja do diabo, Machado de Assis

Puta que pariu, eu amo essa mulher 

A Cartomante, Machado de Assis

Não me esqueça num canto qualquer 

Aparência e Essência 

Feliz dia dos pais, João 

Família profana 

Vontade de viver 

Teamo 

A coroa de orquídeas 

PSA: a radiografia de um câncer 

Ofélia 

A casa-grande surta quando a senzala vira médica 

Inventando mulheres 

2016 (30/03/2016 a 28/12/2016)

Um conto de Natal Brasileiro 

Balanço das Eleições 2016 por Sakamoto 

Chicago e a violência. E nóis? 

O golpe parlamentar e empresarial 

Vô 

O engodo dos arautos da casa-grande 

Réquiem

IA e a barbárie 

2015 (08/01/2015 a 07/12/2015)

Elza 

Super-ricos 

Deixe os mortos enterrarem seus mortos 

Boca do lixo 

Casmurro 

O nó górdio do século 

O "alto" índice de criminalidade em Barretos 

2014 (06/01/2014 a 13/11/2014)

Terra inacabada 4: a agonia do rio Madeira 

A ditadura não acabou 

Lobo Solitário 

Asfixia 

YUKI 

Clash by night 

Acredite, caso queira 

Tortura 

O cinema versus IA 

O nazi horror 

Eleonora 

Formação profissional em engenharia 

Sou escorpião, minha filha 

Lição de Anchieta

A erva generosa 

Terra inacabada 3 

A Copa do Cu do Mundo 

Aberrações da Humanidade 

Contra o silício 

2013 (16/02/2013 a 13/12/2013)

Insurgentes 

Sempre juntos, eternamente separados 

Ruthinéia, nossa Santa da Vida 

Violência em alta 

Onde estão os ex-fascistas? 

Vândalos 

Copa das Federações - Brasil, junho de 2013 

Touradas 

A questão das drogas no Brasil 

Machado de Assis 

2012 (14/12/2012 a 22/11/2012)

O rabo da cachorra 

A greve nas IFES 

A era do écran, a internet e o vício 

A morte 

A greve 

Mulher inacessível 

Carlos Reichenbach: tradução cinema 

Pai 

Caravaggio 

Meias 

Terra inacabada 2 

Metodologia científica 

Internet e as controvérsias 

2011 (20/05/2011 a 30/12/2011)

Violência no Espirito Santo. Até quando? 

Educação e telemática 

Marcos não reclama da vida 

Terra inacabada 

Assédio sexual em metrô 

Beatrix 

Desvinculação amorosa 

Finoca 

O Estado privatizado 

Resultados da crise de 2008: bancos ricos. E quem paga a conta? 

Aprendizagens 

Telma e Ricardo 

Inácia 

Dora 

República de bananas 

Parcerias ou promiscuidade público-privada? 

Palmas para os estudantes 

Americanos 

Os dinossauros 

Flexal 2 e os dez mandamentos 

Solidão clandestina 

Os humanos não são animais 

Mariana Librina: a tia-tetravó barretense 

Loser 

Gerônimo: não basta abater o homem para anular o exemplo 

Tô puta 

Alma salva Alba 

Marlon